Tóquio. No Japão, em turnê nacional, lançou e divulgou este seu primeiro trabalho solo, que contava com participações de Pedro Mariano, Max de Castro e Daniel Carlomagno, companheiros dos Artistas Reunidos.
A turnê japonesa rendeu-lhe um novo contrato, desta vez com a gravadora BMG, que em 2000 lançou o álbum Simples Desejo, produzido por Dudu Marote. Duas de suas faixas foram também temas das novelas da Globo: Uga Uga, Malhação e Um Anjo Caiu do Céu. Mas foi no Rock in Rio 3, em 2001, que Simples Desejo atingiu o sucesso completo com críticas da revista Time e Time Latin América destacando o show e considerando-a como uma das melhores intérpretes brasileiras. Em 2002, após sua polêmica participação em um dos maiores fenômenos de audiência da TV brasileira, a primeira Casa dos Artistas, idealizada por Silvio Santos, a gravadora Abril Music, na carona do sucesso do programa, comprou seu passe e lançou o festejado Um Pouco Maluca. Com este CD, Patrícia emplacou um novo tema como abertura da novela e também fez participações especiais como atriz em Marisol, do SBT.
Apos sua turnê em 2004, Patricia participou de vários projetos independentes em 2005 e 2006 em São Paulo, além de participar de trilhas para desfiles de moda, teatro, cinema e das gravações dos álbuns da banda de rock paulistana Forgotten Boys. Em 2007, Patricia Coelho se apresentou com um repertório novo de composições inéditas, incluindo "Veneno", que entrou para a trilha do filme O Cheiro do Ralo, de Heitor Dhalia. No teatro, também em 2008, participou da trilha de Como me Tornei Estúpido, vencedora do Prêmio Shell, interpretando a música produzida por Marcelo Pellegrini "Superstar", dos Carpenters. Também fez shows com o projeto de releituras "Jazz n' Roll". Em 2015, fez parte do musical Dias de Luta, Dias de Glória - Charlie Brown Jr., o Musical, interpretando a esposa de Chorão, Graziela.
Em 2018, Patrícia lançou o single "Coragem", que abriu seu álbum autoral, Pat Lapin. A canção ainda ganhou um clipe com direção do DJ Zé Pedro.
Em 2019, a cantora se preparou para lançar o disco independente Pat Lapin, batizado a partir da palavra francesa para "coelho". Patrícia aproveitou a ocasião para usar Pat Lapin como seu nome artístico.
Direto da Redação Marco Fukuyama
